20 de jul de 2017

  • Marcos Valério e a delação do fim do tucanopetismo

    Marcos Valério e o fim do tucanopetismo

    Tucanopetismo: o café-com-leite do século 21

    A delação mais importante não tem vindo de empresários. A delação de Marcelo Odebrecht foi enorme, muita coisa ainda vai ser julgada. Mas foi pouco. As mais bombásticas, até o momento, partiram de pessoas do meio político, como Delcídio do Amaral. Mas nenhuma pode atingir tanto o esquema do tucanopetismo quanto a de Marcos Valério.
    A verdade é que o tucanopetismo é a política do café-com-leite do século 21. Se na República Velha tínhamos a alternância de poder entre paulistas e mineiros, é um mineiro que pode, no fim, derrubar os paulistas Lula e FHC.

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    Marcos Valério é levado por policiais após interrogatório no Fórum Lafayette, em Belo Horizonte, no processo do mensalão tucano (Foto: Raquel Freitas/G1)
    Marcos Valério é levado por policiais após interrogatório no Fórum Lafayette, em Belo Horizonte, no processo do mensalão tucano (Foto: Raquel Freitas/G1)


    Paulistas porque construíram suas carreiras em São Paulo. O primeiro nos sindicatos, o segundo na USP. Deixaram o poder elegendo seus sucessores, já que FHC sempre “torceu” por Lula — que já era financiado por George Soros desde aquela época e fazia parte do esquema esquerdista global.
    Marcos Valério sabe muito. Seja sobre a morte de Celso Daniel, seja sobre os escândalos de corrupção do PSDB, seja sobre o mensalão do PT durante o governo Lula. A quantidade de informações, de envolvidos e de verdade que pode sair da boca de Marcos Valério é inimaginável.
    Imagina-se, aliás, que se for homologada, ela pode dar ao fim do PT e do PSDB. Dessa forma, a social-democracia e o trabalhismo, disfarce do comunismo que domina os dois partidos, irão passar a ser apenas artifícios e propaganda. O que nunca deixaram de ser. Como bem sabia o Dr. Enéas, que já dizia isso em 2002.

    Como acabar com o tucanopetismo em dois lances

    Marcos Valério pode acabar com tudo em dois lances. No primeiro depoimento, pode detalhar o que fez na era FHC, no chamado “mensalão mineiro”. No segundo, pode detalhar o que fez pelo Lula, no chamado “mensalão”. Esses dois atos trágicos porão ponto final à tragédia política que chamamos de comunismo do século 21.
    Esse comunismo, que adota regimes diferentes em várias partes, é responsável, hoje, pelo verdadeiro genocídio da oposição que está acontecendo na Venezuela. Ele também é responsável por movimentos de vândalos e redes de mídia com viés esquerdista do mundo todo. Esse esquema será muito mais difícil de combater, à medida que os atores a eles relacionados jamais delatarão o grande chefe.
    Seria interessante observar que, nesse momento, tudo o que está acontecendo no Brasil ainda é pouco pelo que deve acontecer com o mundo. Aos poucos, a vida de meta-capitalistas, como George Soros, vai se tornando cada vez mais conhecidas. Ainda queremos saber como Soros vem financiando partidos de esquerda no Brasil. O último de que temos conhecimento é o partido Podemos. Um partido que já está na nossa página de ostracismo.
    Mas acabar com o verdadeiro socialismo brasileiro exigirá eliminar suas fontes de financiamento internacionais. Isso dará muito trabalho e, como sói acontecer, os verdadeiros bilionários por trás de todos os esquemas comunistas do mundo jamais se deixarão ser pegos com facilidade.
    Será preciso, portanto, uma nova abordagem. Uma abordagem de informação das pessoas, para que deixem de ser alienadas e entendam a verdade. Lula e FHC não são meros opositores. Nem opositores são. Fazem parte de um esquema esquerdista e globalista que visa tornar a América Latina num país único, sob um governo esquerdista nos moldes de uma ditadura.
    Porque essa é a melhor forma que esses meta-capitalistas acreditam que podem controlar e fazer experimentos sociais.

    O tucanopetismo como experimento social dos globalistas e comunistas

    O esquema tucanopetista foi um grande experimento social dos globalistas. Antes disso, durante a Guerra Fria, foi a forma que os russos conseguiram influenciar resultados de eleições: manipulando candidatos de uma falsa oposição que, no fim, responderiam ao Kremlin.
    Recentemente a China tentou fazer isso em Hong Kong. Começou a tornar Hong Kong, uma democracia em pleno território chinês, cada vez mais submissa ao poder central do Partido Comunista. No entanto, o povo de Hong Kong, desacostumado ao comunismo, foi às ruas na Revolução do Guarda Chuva. E fez a sua voz se impor para permitir que mais candidatos participem das eleições com mais igualdade.



    A revolução do Guarda-Chuva em Hong Kong, contra os comunistas chineses
    A revolução do Guarda-Chuva em Hong Kong, contra os comunistas chineses

    O tucanopetismo tem sido um experimento duradouro. Duas décadas já se passaram sem que ele saísse do poder. Trata-se de um ensaio para algo maior. Um projeto de poder globalista, no qual um partido único, ou dois partidos que fingem estarem separados por finas desigualdades, ficam no poder eternamente, dominando espaços e respondendo a entidades globalistas.
    Essa falsa, ou farsa, democracia é, no fim, o que destrói a força de vontade, o elã vital que deveria abastecer os brasileiros de energia para fazer como fizeram os cidadãos de Hong Kong. A verdade é que se avizinha, no Poder Judiciário, a impunidade aos maestros do poder. Porque alguns personagens do Ministério Público, do STF e do tucanopetismo não são chefes de coisa alguma. Apenas respondem ao chefe maior, que deve estar com raiva da desordem provocada por esses inúteis.
    É por isso que eles estão sendo demitidos. Não apenas do esquema globalista, mas também da consciência dos brasileiros. Ninguém mais quer tucanos e petistas defendendo desarmamento, intervenção na economia, novos e criativos impostos ou juros altos com inflação alta. Queremos um governo de direita que diminua o estado, feche instituições públicas que nada servem, demitam membros de partido indicados, que usam a renda para financiar ideologias e que diminua impostos, juros e inflação, as três fontes de financiamento dos socialistas.
    É pedir muito? Não. Mas é um começo. Ainda precisa dar um fim ao desarmamento para que os brasileiros voltem a ficar seguros. E garantir o voto impresso para não permitir, jamais, que o tucanopetismo volte ao poder com outro nome. Urnas auditáveis é o caminho para a democracia. E quem não fala sobre isso é que é o verdadeiro golpista.

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