12 de jul de 2013

  • Dinheiro eletrônico: Porquê? Parabéns! Vocês terão mais segurança e serão rastreados; não precizarão mais usar dinheiro em espécie... 666 - A MARCA DA BESTA







    Também obrigou todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, a receberem certa marca na mão direita ou na testa, para que ninguém pudesse comprar nem vender, a não ser quem tivesse a marca, que é o nome da besta ou o número do seu nome. Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta, pois é número de homem. Seu número é seiscentos e sessenta e seis.
     
     

    "666" A Marca da Besta

    O grande objetivo da segunda besta é promover a adoração da primeira. O culto ao imperador está em foco aqui. Embora os judeus, a princípio, pareciam rejeitar tal idéia, ao entregar o seu Cristo às autoridades romanas, eles mesmos disseram: “Não temos outro rei, senão César”. Acerca desse episódio, Alford observa: “Uma degradante confissão da parte daqueles infiéis sacerdotes do povo sobre quem fora dito: ‘...o Senhor vosso Deus era o vosso rei’(I Sm.12:12).[1] Uma vez que César se arrogava “deus”, logo, afirmar sua lealdade a ele, era a mesma coisa que abdicar de suas esperanças messiânicas, e endossar o culto ao imperador romano. Continue lendo: clique aqui.
     
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    A questão central da Tribulação é: Quem tem o direito de governar, Deus ou Satanás? Deus vai provar que é Ele quem tem esse direito. Pela primeira e única vez na história, as pessoas terão uma data limite para aceitarem o Evangelho. Por enquanto, todos podem aceitar ou rejeitar essa mensagem em diferentes momentos da vida; alguns o fazem na infância, outros no início da fase adulta, outros na meia-idade, e alguns até na velhice. Mas, quando vier a Tribulação, as pessoas terão que tomar essa decisão de forma imediata ou compulsória por causa da marca da besta, de modo que toda a humanidade será deliberadamente dividida em dois segmentos. O elemento polarizador será precisamente a marca da besta. Continue lendo: clique aqui.

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    Dinheiro eletrônico: Porquê?

    Sabemos que o dinheiro eletrônico é a porta escancarada para a implantação dos chips nas pessoas... Mas existem também outros fatores que incitam os "poderosos" a aplicarem esta tecnologia...

    Prontos? Então comecemos.

    Cada vez mais governos e instituições bancárias "empurram" para que os pagamentos das transacções comerciais sejam efetuados com os "cartões": de crédito, Bancomat, Multibanco...todos, desde que sejam cartões.

    As motivações parecem bastante simples: mais práticos, fornecem um comprovativo de pagamento, reduzem (teoricamente) as possibilidades de roubo, até podem ser utilizados na luta contra a evasão fiscal (o comprovativo é emitido automaticamente, o que permite melhor averiguar os movimentos duma empresa, por exemplo).

    Tudo bom, tudo verdadeiro (nota: nem muito verdadeiro, mas vamos em frente).
    O bom cidadão, todavia, já aprendeu que quando bancos e políticos sugerem algo, sobretudo se em conjunto, há algo mais que não é contado.

    Então porquê esta corrida aos cartões? Faz sentido conceder cada vez mais espaço ao dinheiro electrónico e eliminar progressivamente o dinheiro líquido (metálico e, sobretudo, de papel)? Pode ser uma eficaz forma de luta contra a evasão fiscal?

    Não tenho os dados da evasão fiscal em Portugal, mas acho não serem muitos diferentes dos homólogos italianos, onde a maior concentração da evasão não reside nas pequenas e médias empresas, mas nas grandes empresas, nas corporações.
    São as empresas que escondem milhões de Euros com transacções ocultas ou em hedge funds nos paraísos fiscais (os offshores). Falamos dos managers que ocupam mais lugares em vários concelhos de administração ou dos especuladores que levam os capitais para o estrangeiro, em lugares quais Panamá, Cayman, Jersey, etc.

    Na verdade as razões para a substituição do dinheiro líquido em prol do electrónico são outras.

    1. Imprimir dinheiro custa.

    A gestão do dinheiro tem um custo. Na Europa, por exemplo, 50 mil milhões de Euros são gastos anualmente na impressão, transporte, distribuição do dinheiro. Só no Velho Continente há em circulação mais de 14.000 milhões de notas.

    Com a eliminação do dinheiro líquido, os bancos poderiam poupar o valor intrínseco das notas (que é baixo, 30 cêntimos por cada nota: mas experimentem multiplicar isso 14.000 milhões de vezes...). Assim: mais margens de lucro.

    Há depois um outro aspecto: com o dinheiro electrónico não é afectada a reserva fraccionaria, o dinheiro "físico" que os bancos são obrigados a manter. Já hoje o valor de tal reserva é ridículo, com o dinheiro electrónico a reserva até deixaria de ter sentido. E cedo ou tarde, podem apostar, desapareceria.

    2. O dinheiro electrónico espia.

    Controlar a vida dos consumidores, entender quais os movimentos deles, as preferências, as escolhas: é este o sonho de qualquer vendedor. E tudo isso é possível com os cartões, que deixam "rastos" indeléveis.
    Sem dúvida uma enorme vantagens para as empresas de marketing, que podem contactar os clientes com ofertas personalizadas.

    Este último aspecto é notável: o dinheiro deixaria de ser "anónimo" e passaria a ter nome, o nosso nome.

    Pergunta: e se um indivíduo ficar desempregado? Se perder a possibilidade de financiar a própria conta bancária e o cartão a ela ligado?
    Resposta: problema dele. E será um grande problema na altura em que todas as lojas, empresas ou serviços aceitarem apenas dinheiro electrónico.

    Desta forma o dinheiro, nascido para facilitar as trocas comerciais, representará uma limitação.

    Paciência.
    Seja bem vindo o Leitor ao mundo do dinheiro electrónico: e sempre em frente, com inalterado optimismo.

    Leia mais: http://www.libertar.in/2012/04/dinheiro-eletronico-porque.html#ixzz2YrZeRuwv

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